Sábado, 15 de Março de 2008

Letra M

Marcapasso migratório (errante) - caracteriza-se por ondas P de forma variável, demonstrando que o início do foco é no átrio, porém não precisamente no nódulo sinusal. É um ritmo causado por diferentes posições do comando.

publicado por bioengenhariaestgp às 23:18
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Letra N

Nódulo atrioventricular (AV) - situa-se na face posterior do átrio direito, junto ao septo interatrial próximo da desembocadura do seio coronário. Os feixes inter nodais ligam-se ao nódulo atrioventricular na sua parte superior e direita. Do lado inferior esquerdo parte o feixe de Hiss, em direcção ao septo interventricular. As células do nódulo atrioventricular também apresentam potenciais marca-passo, embora a despolarização espontânea seja mais lenta que a do nódulo sinoatrial. O trânsito do estímulo através do nódulo atrioventricular tem características fundamentais, a principal é o retardo entre os batimentos atrial e ventricular. No momento em que o estímulo penetra na junção de transição entre o nódulo e o ventrículo, a velocidade de condução é de pouco mais de 1m/s, atinge um valor mínimo de 0,02m/s na região nodal, daí por diante volta a se acelerar até atingir a velocidade de 4m/s na região de contacto com as fibras do feixe de Hiss. Essa condução lenta é responsável pelo retardo da contracção ventricular em relação a atrial e portanto pelo enchimento ideal do ventrículo durante a sístole atrial.

Nódulo sinusal - localizado no sulco terminal, na porção póstero-superior do átrio direito, na junção da veia cava superior e o átrio. Possui um tipo celular responsável pela geração de potenciais de acção ( potencial marca-passo, despolarização espontânea ou despolarização diastólica) e o outro responsável pela transmissão do impulso às células atriais vizinhas.

publicado por bioengenhariaestgp às 23:18
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Letra O

Onda T – formada após a pausa do complexo QRS seguindo-se a polarização do ventrículo, e consequente relaxamento ventricular. Corresponde a repolarização ventricular. Normalmente é perpendicular e arredondada. A inversão da onda T indica processo isquémico. Onda T de configuração anormal indica hipercalemia. Arritmia não sinusal = ausência da onda P.

 

Onda T auricular – neste caso, a repolarização auricular não costuma ser registrada, pois é encoberta pela despolarização ventricular, evento eléctrico concomitante e mais potente. Quando registrada, corresponde a Onda T atrial. A onda T é oposta à onda P.

Onda progressiva de despolarização -  onda móvel de cargas positivas. Quando a onda positiva de despolarização se move em direcção a um eléctrodo na pele (eléctrodo positivo), regista-se no ECG uma deflexão positiva (para cima).

Onda P -  é produzida através do impulso eléctrico difundido em ambos os átrios, de forma concêntrica, em todas as direcções. E  representa a actividade eléctrica captada pelos eléctrodos exploradores sensitivos cutâneos e, à medida que essa onda de despolarização passa através dos átrios, produz uma onda de contracção atrial.

 

publicado por bioengenhariaestgp às 23:18
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Letra P

Papel de registro – papel quadriculado e dividido em pequenos quadrados de 1mm. Cada grupo de cinco quadradinhos na horizontal e na vertical compreende um quadrado maior (linha mais grossa). No eixo horizontal, marca-se o tempo. O registro é realizado com uma velocidade de 25 mm/s, com cada quadradinho equivalente a 0,04 seg. Portanto, cinco quadradinhos (um quadrado maior) equivalem a 0,2 seg. No eixo vertical, marca-se a voltagem.

Parada sinusal - ocorre quando o marcapasso não envia os estímulos de comando e, após uma pausa, um outro centro de comando assume a actividade com ritmo regular, mas na sua própria frequência, geralmente diferentes da anterior.

 

 

publicado por bioengenhariaestgp às 23:17
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